- Dorme, só existe o sonho. Dorme, meu filho. Que seja doce.
Não, isso também não é verdade.
(Caio F.)
Sempre me fiz a pergunta do porque os filmes sem o "Felizes Para Sempre" me tomaram tanto tempo... Hoje tenho minha resposta: O significado de amor é extremo. Sempre chego em um estado que a vida me tira a certeza do "Para Sempre". Chega o momento que um dos lados desiste de chegar ao extremo. Extremo Afeto, Extrema Paciência; e assim o lado mais fraco sempre desiste. Talvez eu não seja fraco, talvez meu coração só esteja esperando Meu Amor Forte...
Ele pode estar olhando tuas fotos neste exato momento. Por que não? Passou-se muito tempo, detalhes se perderam. E daí? Pode ser que ele faça as mesmas coisas que você faz escondida, sem deixar rastro nem pistas. Talvez, ele passa a mão na barba mal feita e sinta saudade do quanto você gostava disso. Ou percorra trajetos que eram teus, na tentativa de não deixar que você se disperse das lembranças. As boas. Por escolha ou fatalidade, pouco importa, ele pode pensar em você. Todos os dias. E, ainda assim, preferir o silêncio. Ele pode reler teus bilhetes, procurar o teu cheiro em outros cheiros. Ele pode ouvir as tuas músicas, procurar a tua voz em outras vozes. Quem nos faz falta, acerta o coração como um vento súbito que entra pela janela aberta. Não há escape. Talvez, ele perceba que você faz falta e diferença, de alguma forma, numa noite fria. Você não sabe. Ele pode ser o cara com quem passará aquele tão sonhado verão em Paris.
Escrito por Leandro Henrique — um renomado escritor de porcaria nenhuma —, este blog, embora levemente exagerado, é baseado em experiências assustadoramente reais. Se você gostou, tuíte, curta e compartilhe com amigos. Se não gostou, proteste, xingue, mas não processe o autor (ele é uma delícia, sim, mas não faz disso o seu ganha-pão).
Saiba mais...
A intenção deste Blog é revelar /desabafar alguns sentimentos, pensamentos e literaturas acumulados ao passar dos dias em minha jornada. Essas idéias podem ser reais ou não, e possuir codinomes pra preservar a identidade real dos personagens da minha própria memória. É interessante que o leitor, ao entrar na intimidade revelada pelo meu Blog, possa descobrir a experiência do que se lê, se sentindo identificado ou mesmo confuso, percebendo assim, que “os outros” podem ser mais semelhantes do que podemos imaginar, e que esse tipo de escrita, talvez, seja a forma mais autêntica de se abordar os sentimentos universais. Escrevendo, desafogando, e sobretudo, se sentindo bem em editar a nossa própria história.