Tudo: disco-voador,
Oitavo sentido, utopia,
Pedra Filosofal,
Feng Shui, astrologia,
Cromoterapia, bobagens
Que surgem do nada.
Mas existirá
Coração em cada corpo?
Sim, não, n.d.a.?
(Ulisses Tavares)
01- Exagerado! Jogado aos teus pés.Não sou escravo de ninguém
Ninguém, senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E, por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.
Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.
Minha terra é a terra que é minha
E sempre será
Minha terra tem a lua, tem estrelas
E sempre terá.
II
Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.
Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.
Olha o sopro do dragão...
III
É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez, o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Não me entrego sem lutar
Tenho, ainda, coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.
IV
- Tudo passa, tudo passará...
E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.
(Renato Russo)
Sempre me fiz a pergunta do porque os filmes sem o "Felizes Para Sempre" me tomaram tanto tempo... Hoje tenho minha resposta: O significado de amor é extremo. Sempre chego em um estado que a vida me tira a certeza do "Para Sempre". Chega o momento que um dos lados desiste de chegar ao extremo. Extremo Afeto, Extrema Paciência; e assim o lado mais fraco sempre desiste. Talvez eu não seja fraco, talvez meu coração só esteja esperando Meu Amor Forte...
Ele pode estar olhando tuas fotos neste exato momento. Por que não? Passou-se muito tempo, detalhes se perderam. E daí? Pode ser que ele faça as mesmas coisas que você faz escondida, sem deixar rastro nem pistas. Talvez, ele passa a mão na barba mal feita e sinta saudade do quanto você gostava disso. Ou percorra trajetos que eram teus, na tentativa de não deixar que você se disperse das lembranças. As boas. Por escolha ou fatalidade, pouco importa, ele pode pensar em você. Todos os dias. E, ainda assim, preferir o silêncio. Ele pode reler teus bilhetes, procurar o teu cheiro em outros cheiros. Ele pode ouvir as tuas músicas, procurar a tua voz em outras vozes. Quem nos faz falta, acerta o coração como um vento súbito que entra pela janela aberta. Não há escape. Talvez, ele perceba que você faz falta e diferença, de alguma forma, numa noite fria. Você não sabe. Ele pode ser o cara com quem passará aquele tão sonhado verão em Paris.
Escrito por Leandro Henrique — um renomado escritor de porcaria nenhuma —, este blog, embora levemente exagerado, é baseado em experiências assustadoramente reais. Se você gostou, tuíte, curta e compartilhe com amigos. Se não gostou, proteste, xingue, mas não processe o autor (ele é uma delícia, sim, mas não faz disso o seu ganha-pão).
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A intenção deste Blog é revelar /desabafar alguns sentimentos, pensamentos e literaturas acumulados ao passar dos dias em minha jornada. Essas idéias podem ser reais ou não, e possuir codinomes pra preservar a identidade real dos personagens da minha própria memória. É interessante que o leitor, ao entrar na intimidade revelada pelo meu Blog, possa descobrir a experiência do que se lê, se sentindo identificado ou mesmo confuso, percebendo assim, que “os outros” podem ser mais semelhantes do que podemos imaginar, e que esse tipo de escrita, talvez, seja a forma mais autêntica de se abordar os sentimentos universais. Escrevendo, desafogando, e sobretudo, se sentindo bem em editar a nossa própria história.